NELSON MANDELA, HERÓI DA LUTA CONTRA A SEGREGAÇÃO
A notícia de falecimento do Madiba, em 05 de dezembro de 2013, soou-me como um canto triste do mais distante canto da Terra e parecia, ao mesmo tempo, ter sido entoado aqui ao lado. O seu adeus me dói como a despedida de um ente ligado a mim por luta, por revolta contra a opressão, por credo, por sangue e por sobrenome. Mestre Mandela era um desses seres que vêm à vida como aquele personagem de Stephen King de "Á espera de um milagre", um anjo de pele negra que cumpriu sua missão.
(David Batista)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
HOMOSSEXUALIDADE, AMOR AO PRÓXIMO E RESPEITO ÀS DIVERSIDADES
Eu compartilho uma postagem alinhando temas como
homossexualidade, aborto, cristianismo e amor ao próximo. Daqui a pouco
aparecerem pessoas que se parecem com as citadas na postagem e esbravejam seu
ódio com palavras de ordem de exclusão, dizendo que elas é que são vítimas por
não amarem o gay, o pederasta, a bicha, a lésbica, o sapatão, o amante de si
mesmo, o pobre, o Preto, o quase preto, o pardo, o negro, o que não quer ser
negro, mas o nariz, o cabelo, a melanina denuncia sua afrodescendência... E
dizem que ninguém é obrigado a amar a escória. ENTRETANTO Amor não é obrigação,
amor não é lei. O nome que se dá à obrigação e à lei é RESPEITO. E quem quer
viver em sociedade deve no mínimo respeitar o outro na sua diversidade sexual,
social, racial, linguística e idiossincrasias. Respeito ao próximo não é
pré-requisito para as MANSÕES CELESTIAIS; RESPEITO é pré requisito para viver
aqui no inferno que é a raça humana. Consoante Sartre, O inferno são os outros.
P.S: acabo excluindo do meu rol de amizade virtual
mais gente que conviveu comigo e desconhece que respeitar o outro é regra
básica de convivência.
David Batista, Poeta Preto, Mestre em Estudos
Literários, Professor de Língua Portuguesa, Italiano, Literatura e Produção de
texto.
Marcadores:
amor ao próximo,
Homossexualidade,
respeito às diversidades.
domingo, 4 de dezembro de 2016
Qualquer
separação
Conduz-me
sempre ao claustro
Mas
me alegra o fato
De
que a solidão
Se
transforma em prazer.
O
prazer de não ter
Que
ver filmes e séries
e
as novelas globais
ou
noturnos jornais
que
falam de intempéries.
Desigual
maravilha
É
não precisar ir
A
eventos e chás,
Almoços
de família
e
encontros de casais;
Outro
prazer gritante
É
não falar do tempo
A
parentes distantes
Sem
horário e bom senso
Da
hora de ir embora.
O
prazer de glutão
De
comer o que engorda,
De
beber qualquer vinho,
De
dormir e roncar
E
de falar sozinho.
Porém
não vou negar
O
prazer de apesar
Ainda
sentir falta
Dessa
rotina chata.
(David
Bellmond (20/11/16)
Marcadores:
David Batista - Homero de Linhares.,
o prazer de estar só
Belo Mundo
(David Batista ou David Bellmond)
(David Batista ou David Bellmond)
Bellmond, tu sabes como é belo o mundo.
Por que insistes em rimar amar e dor?
Tua poesia é tão bela quando à lua,
Acho que a noite é tua amada e companheira.
É difícil encontrar a diva toda tua,
Mas o poeta é um fingidor a vida inteira.
Por que insistes em rimar amar e dor?
Tua poesia é tão bela quando à lua,
Acho que a noite é tua amada e companheira.
É difícil encontrar a diva toda tua,
Mas o poeta é um fingidor a vida inteira.
Bellmond, tu és o dono de grandes riquezas,
Tens amigos sempre prontos a ouvir
Tuas histórias, teus amores, tuas queixas.
Tens um anjo que se chama Rafael,
Dele és herói e dele deves ser um bom exemplo.
Há outros anjos que te olham lá do céu.
Foge da sombra e da morte enquanto é tempo.
Tens amigos sempre prontos a ouvir
Tuas histórias, teus amores, tuas queixas.
Tens um anjo que se chama Rafael,
Dele és herói e dele deves ser um bom exemplo.
Há outros anjos que te olham lá do céu.
Foge da sombra e da morte enquanto é tempo.
Bellmond, precisamos de um sorriso teu.
Não importa o que acontecer,
Não deixe a escuridão da noite te abater.
Bellmond, Belo mundo.
What a wonderfull world.
Não importa o que acontecer,
Não deixe a escuridão da noite te abater.
Bellmond, Belo mundo.
What a wonderfull world.
Mundo mundo vasto mundo
Se eu me chamasse Raimundo
Seria uma rima; não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo
Mais vasto é meu coração.
Se eu me chamasse Raimundo
Seria uma rima; não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo
Mais vasto é meu coração.
Carllo Carlos
A PAIXÃO SEGUNDO ANA PAULA MIELKE
Ontem uma amiga de 30 anos me falou que tem medo de não se apaixonar mais. Fiquei chocada com o receio dela. É algo que nunca passou pela minha cabeça. Geralmente as pessoas têm medo de ficar sozinhas, ou seja, de ninguém se apaixonar por elas. Acho razoável porque, como disse certa vez minha analista, “a gente não controla o afeto do outro e/ou a razão do outro em não querer ficar com a gente”. Mas medo de não se apaixonar mais? Nossa, fiquei triste (não com ela, óbvio, mas com este sentimento) e pensando sobre isto até agora. Será que nossa sociedade parou de se apaixonar? Deixou de estar disponível para o amor? Sempre acho que me apaixono demais... pelas coisas (tenho dificuldade de desapegar), pelas causas (me jogo de cabeça numas coisas rs), pelas pessoas (muitas pessoas e repetidas vezes pelas mesmas pessoas rs rs)... Nunca tinha parado pra pensar em NÃO sentir e fiquei refletindo o quanto de controle (autocontrole) está incutido neste sentimento da minha amiga. Autocontrole pra não se deixar sofrer (e também amar), não se permitir perder (e também ganhar). Poxa, a vida é tão dura pra não viver as paixões ... viva-as! Vamos nos permitir! Até porque, hoje é sábado!
Abaixo a trilha sonora deste post. É clichê, mas adoro clichês!
ANA PAULA MIELKE
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Ana Paula Mielke,
Lulu Santos,
Medo de se apaixonar,
Tempos Modernos.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
MORTE DE POLÍTICO
A morte de um político deveria servir de exemplo aos outros políticos para que se lembrem de que (assim como os desempregados, assalariados, indigentes, descamisados, sem-nada, plebeus, pagadores de impostos, explorados, oprimidos, reprimidos, recalcados, condenados) eles também alimentarão a terra. Parafraseando o já saudoso Ariano Suassuna, a morte é a única coisa que nos iguala nessa existência desigual.
(David Batista / 13.08.2014)
A morte de um político deveria servir de exemplo aos outros políticos para que se lembrem de que (assim como os desempregados, assalariados, indigentes, descamisados, sem-nada, plebeus, pagadores de impostos, explorados, oprimidos, reprimidos, recalcados, condenados) eles também alimentarão a terra. Parafraseando o já saudoso Ariano Suassuna, a morte é a única coisa que nos iguala nessa existência desigual.
(David Batista / 13.08.2014)
MENTIRA
Não é meu sonho ser tua alma gêmea
Tampouco quero ser o teu reflexo.
Quero olhar-te sem ver que és fêmea,
Sem desejar-te e sem pensar em sexo.
Não quero me deitar à tua sombra
Nem intentar comer bombom de noz.
Não penso em ti, não penso na tua voz
E ficar sem te ver não me assombra.
Só quero ser teu amor por um dia
E ter a momentânea alegria
De quem te amou, desamou, foi feliz.
Acreditar na maior das mentiras
De que nem sempre serás bela, Uyra.
E crer demente nos versos que fiz.
(Homero de Linhares / 13.08.2014)
UIRAPURU
Uirapuru disse “boa tarde”
E eu pensei “mais boa ainda
É a alegria de te ver
Numa tarde que se finda
Querendo permanecer”.
Eu pensei, mas nada disse.
Fiquei pensando “é tolice
Ensinar ao uirapuru
A beleza de voar
E encantar o céu azul”.
Uirapuru foi-se embora
Sem sequer dizer “adeus”.
E eu no claustro a escrever
Utopias de um bardo
Que canta só pra te ver.
(Homero de Linhares /07.08.2014 )
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
O RETRATISTA BARDO
O RETRATISTA BARDO
A Sebastião Salgado
A poesia salta de uma foto
De Sebastião Salgado.
Os fracos e oprimidos
São protegidos
Por um fotógrafo alado
Que pinta em preto e branco
O que é negro e pardo
O que é mesclado
De uma etnia afroamericana.
O retratista bardo
Pincela com ojeriza
O que causaria inveja
A Michelangelo ou Picasso.
(David Bellmond / 16.08.12)
CAÍ NO POÇO
CAÍ NO POÇO
Caí no poço!
Quem me tira?
Meu bem!
Quem é meu bem?...
Acho que vou ficar por aqui.
(Homero de Linhares / 16.08.12)
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