quinta-feira, 16 de agosto de 2012
CAÍ NO POÇO
CAÍ NO POÇO
Caí no poço!
Quem me tira?
Meu bem!
Quem é meu bem?...
Acho que vou ficar por aqui.
(Homero de Linhares / 16.08.12)
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
POUSADA BEACH - VIAGEM FRUSTRADA

Um site de compras coletivas me mandou a oferta da POUSADA BEACH, em Iguaba Grande - RJ. Paguei R$ 900,00 de diária em compra coletiva, liguei 6 vezes para confirmar a reserva, mandei vários e-mails para confirmar os telefonemas, viajei 500 Km e fui muito mal recebido pela gerente, uma senhora atrevida e insolente. perdi meu dinheiro, minha paz e voltei de mãos abanando. Com família, extorsão e atendimento lixo, ainda consegui aproveitar meus dias em Búzios. Desembolsei menos por uma pousada realmente de nível e pessoas de alto nível. Minha revolta com a POUSADA BEACH foi o fato de não dizerem via e-mail ou telefone que o site havia passado a perna neles e ainda me tratarem mal como se eu estivesse pedindo esmola a eles.
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viagem frustrada
POUSADA BEACH - VIAGEM FRUSTRADA

Um site de compras coletivas me mandou a oferta da POUSADA BEACH, em Iguaba Grande - RJ. Paguei R$ 900,00 de diária em compra coletiva, liguei 6 vezes para confirmar a reserva, mandei vários e-mails para confirmar os telefonemas, viajei 500 Km e fui muito mal recebido pela gerente, uma senhora atrevida e insolente. perdi meu dinheiro, minha paz e voltei de mãos abanando. Com família, extorsão e atendimento lixo, ainda consegui aproveitar meus dias em Búzios. Desembolsei menos por uma pousada realmente de nível e pessoas de alto nível. Minha revolta com a POUSADA BEACH foi o fato de não dizerem via e-mail ou telefone que o site havia passado a perna neles e ainda me tratarem mal como se eu estivesse pedindo esmola a eles.
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sábado, 17 de dezembro de 2011
VERGONHA NACIONAL

NAS FAVELAS, NO SENADO...SUJEIRA PRA TODO LADO (Renato Russo)
Enquanto a maioria dos trabalhadores brasileiros teve/tiveram aumento de 10% no máximo, a classe política se concede um aumento salarial de mais de 50%. Devemos ficar atentos aos vereadores de Cariacica em especial e não permitir que eles retornem aos cargos eletivos, pois quem paga a conta somos nós. A humanidade evolui, todavia os parlamentares brasileiros continuam os mesmos de 200 anos atrás. O brasileiro estuda para melhorar o poder aquisitivo e não consegue ver o sonho realizado enquanto que os nossos prefeitos, governadores, parlamentares e outros seres da mesma espécie se permitem ganhos exorbitantes sem que ninguém os questionem.
(DAVID BELLMOND / POETA E PROFESSOR)
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domingo, 22 de maio de 2011
Louvor à Professora Amanda
Educação à distância
sexta-feira, 20 de maio de 2011
AMANDA GURGEL, minha heroína
quarta-feira, 11 de maio de 2011
PODER, PRECONCEITO E PREPOTÊNCIA
PODER, PRECONCEITO E PREPOTÊNCIA
QUER CONHECER O "HOMEM"? DÁ O PODER PARA ELE...
SOU PRESIDENTE DO STJ E VOCE ESTA DEMITIDO!
Degradante.
A prepotencia deve ser combatida e divulgada amplamente...
'Sou Ari Pargendler, presidente do STJ. Você está demitido'
A frase acima revela parte da humilhação vivida por um estagiário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) após um momento de fúria do presidente da Corte, Ari Pargendler (na foto).
O episódio foi registrado na 5a delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal às 21h05 de ontem, quinta-feira (20). O boletim de ocorrência (BO) que tem como motivo “injúria real”, recebeu o número 5019/10. Ele é assinado pelo delegado Laércio Rossetto.
O blog procurou o presidente do STJ, mas foi informado pela assessoria do Tribunal que ele estava no Rio Grande do Sul e que não seria possível entrevistá-lo por telefone.
O autor do BO e alvo da demissão: Marco Paulo dos Santos, 24 anos, até então estagiário do curso de administração na Coordenadoria de Pagamento do STJ.
O motivo da demissão?
Marco estava imediatamente atrás do presidente do Tribunal no momento em que o ministro usava um caixa rápido, localizado no interior da Corte.
A explosão do presidente do STJ ocorreu na tarde da última terça-feira (19) quando fazia uma transação em uma das máquinas do Banco do Brasil.
No mesmo momento, Marco se encaminhou a outro caixa - próximo de Pargendler - para depositar um cheque de uma colega de trabalho.
Ao ver uma mensagem de erro na tela da máquina, o estagiário foi informado por um funcionário da agência, que o único caixa disponível para depósito era exatamente o que o ministro estava usando.
Segundo Marco, ele deslocou-se até a linha marcada no chão, atrás do ministro, local indicado para o próximo cliente.
Incomodado com a proximidade de Marco, Pargendler teria disparado: “Você quer sair daqui porque estou fazendo uma transação pessoal."
Marco: “Mas estou atrás da linha de espera”.
O ministro: “Sai daqui. Vai fazer o que você tem quer fazer em outro lugar”.
Marco tentou explicar ao ministro que o único caixa para depósito disponível era aquele e que por isso aguardaria no local.
Diante da resposta, Pargendler perdeu a calma e disse: “Sou Ari Pargendler, presidente do STJ, e você está demitido, está fora daqui”.
Até o anúncio do ministro, Marco diz que não sabia quem ele era.
Fabiane Cadete, estudante do nono semestre de Direito do Instituto de Educação Superior de Brasília, uma das testemunhas citadas no boletim de ocorrência, confirmou ao blog o que Marco disse ter ouvido do ministro. “Ele [Ari Pargendler] ficou olhando para o lado e para o outro e começou a gritar com o rapaz.
Avançou sobre ele e puxou várias vezes o crachá que ele carregava no pescoço. E disse: "Você já era! Você já era! Você já era!”, conta Fabiane.
“Fiquei horrorizada. Foi uma violência gratuita”, acrescentou.
Segundo Fabiane, no momento em que o ministro partiu para cima de Marco disposto a arrancar seu crachá, ele não reagiu. “O menino ficou parado, não teve reação nenhuma”.
De acordo com colegas de trabalho de Marco, apenas uma hora depois do episódio, a carta de dispensa estava em cima da mesa do chefe do setor onde ele trabalhava.
Demitido, Marco ainda foi informado por funcionários da Seção de Movimentação de Pessoas do Tribunal, responsável pela contratação de estagiários, para ficar tranqüilo porque “nada constaria a respeito do ocorrido nos registros funcionais”.
O delegado Laercio Rossetto disse ao blog que o caso será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque a Polícia Civil não tem “competência legal” para investigar ocorrências que envolvam ministros sujeitos a foro privilegiado."
Pargendler é presidente do STJ desde o último dia três de agosto. Tem 63 anos, é gaúcho de Passo Fundo e integra o tribunal desde 1995. Foi também ministro do Tribunal Superior Eleitoral.
- - -
Viu só?
Agora você quer saber QUEM é o estagiário demitido?
Ok, isso também saiu no blog do Noblat.
Quem é Marco, o estagiário demitido pelo presidente do STJ
Alvo de momento de fúria do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ari Pargendler, o estudante Marco Paulo dos Santos, 24 anos, nasceu na Grécia, filho de mãe brasileira e pai africano (Cabo Verde).
Aos dois anos de idade, após a separação dos pais, Marco veio para o Brasil com a mãe e o irmão mais velho. Antes de começar a estagiar no Tribunal fazia bicos dando aulas de violão.
Segundo ele, a oportunidade de estagiar no Tribunal surgiu no início deste ano. O estágio foi seu primeiro emprego.
“Não sei bem se foi em fevereiro ou março. Mas passei entre os 10 primeiros colocados e fui convocado para a entrevista final. O meu ex-chefe foi quem me entrevistou”, relembra.
Marco passou a receber uma bolsa mensal de R$ 600 e mais auxílio transporte de R$ 8 por dia.
“Trabalhava das 13h às 19h. Tinha função administrativa. Trabalhava com processos, com arquivos, com informações da área de pagamentos”, explica.
No período da manhã, ele freqüenta a Escola de Choro Raphael Rabello, onde aprende violão desde 2008.
À noite, atravessa de ônibus os 32km que separam a cidade de Valparaíso de Goías, onde mora, da faculdade, em Brasília, onde cursa o quinto semestre de Administração.
Sobre sua demissão do STJ, parece atônito: “Ainda estou meio sem saber o que fazer. Tudo aconteceu muito rápido. Mas já tinha planos de montar uma escola de música na minha região onde moro".
Repasse, talvez chegue até ao Ministro e ele saiba que muita gente sabe da sua prepotência...
(Extraído de um e-mail recebido por mim / Homero de Linhares)
quinta-feira, 28 de abril de 2011
OUTRA VEZ A CHUVA

OUTRA VEZ A CHUVA
A chuva impiedosa
Aumentou as minhas mágoas
E amarelou as águas
Da baía de Vitória.
Quem disse que a chuva é imparcial?
Quem é que fica alagado?
Quem fica desabrigado?
O rico ou o marginal?
A chuva vem com certeza
Balançando meu telhado
Vem com vento e trovoada
Aumentar minha pobreza.
Meus livros todos torcidos,
Os meus discos estragados,
Minha varanda alagada
E eu em casa encarcerado.
A chuva vem outra vez
Destruir em poucas horas
(a chuva ri, minha alma chora)
O que eu ganhei em um mês.
(Homero de Linhares / 02 de novembro de 2009)
A chuva impiedosa
Aumentou as minhas mágoas
E amarelou as águas
Da baía de Vitória.
Quem disse que a chuva é imparcial?
Quem é que fica alagado?
Quem fica desabrigado?
O rico ou o marginal?
A chuva vem com certeza
Balançando meu telhado
Vem com vento e trovoada
Aumentar minha pobreza.
Meus livros todos torcidos,
Os meus discos estragados,
Minha varanda alagada
E eu em casa encarcerado.
A chuva vem outra vez
Destruir em poucas horas
(a chuva ri, minha alma chora)
O que eu ganhei em um mês.
(Homero de Linhares / 02 de novembro de 2009)
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